#SEMANA 35

🛢️ Barril de Petróleo (Brent) ↓ -4,4%
🚢 China → Brasil ↑ +12,8%
✈️ China → Brasil ↑ +4,51%*

Período de comparação: 15 dias.
*Com limitações de espaço.

Pesquisa aleatória do dia: Café

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RESUMO DA EDIÇÃO

🌪️ China não tem respiro e toma +2 tufões;
🫨 Guerra de Tarifa, EUA x Canadá se bicam;
🚨 Porto de Durban em crise;
⛱️ Férias na Europa chegando ao fim;
🛬 Novos voos Brasil-Ásia?;
✈️ Linha aérea argentina volta para o Brasil;
🚚 BYD prepara caminhão pesado elétrico para o Brasil.
➕ E mais!

#CLIMÃO

Sai tufão, entra tufão: logística chinesa segue sem descanso

Congestionamento de navios aguardando atracação.

Inimiga nº 1 da logística da China no momento, a condição climática não parece querer ajudar o comércio internacional atualmente.

Depois de tomar 2 tufões seguidos, agora vem o 3º e o 4º (batizados de Saudel e Narra), para abalar as movimentações.

Como consequência, o mercado enfrenta um cenário de aumento de valores, restrição de espaço e equipamentos, risco de cargas roladas e alterações de programação e armadores aproveitando a oportunidade para aplicar novos GRI’s.

Ningbo: Operações paradas na noite e madrugada do dia 26 e 27.

Atualmente, mais de 4,3 milhões de TEUs aguardam atracação globalmente, superando o pico registrado durante a pandemia em 2022.

Momento é de atenção redobrada e aproveitar oportunidades na mão

Com as expectativas de aumento de frete devido aos gargalos provocados pelo clima e armadores aplicando novos GRI’s, é importante estar alinhado com nossa equipe comercial e ficar atento com sua pré-reserva do espaço de sua carga com antecedência, assim você evita riscos como corte de carga (roll-over), atrasos e revisões nos valores de frete por parte do armador.

E não esquece que em OUTUBRO tem o feriadão chines (Golden Week), então considere isso também na hora de planejar suas cargas 😉

NÃO É SÓ COM A GENTE

EUA e Canadá ampliam guerra tarifária após fracasso nas negociações

Não era “só” com o Brasil, China e países da Europa, a discussão agora é com o vizinho de cima.

A disputa comercial entre Estados Unidos e Canadá voltou a se intensificar após o fracasso das negociações para um novo acordo entre os países. Em 22 de agosto, os EUA colocaram em vigor tarifas de 50% sobre cerca de US$ 27,6 bilhões em produtos canadenses, ampliando as barreiras que já atingem setores estratégicos como aço, metais, automóveis e madeira.

O governo americano afirma que as medidas são uma resposta ao que considera práticas comerciais discriminatórias do Canadá, especialmente envolvendo laticínios, veículos e bebidas alcoólicas. O governo canadense, por sua vez, considerou as últimas condições apresentadas pelos EUA desfavoráveis e decidiu suspender as negociações comerciais.

Como resposta, Ottawa anunciou uma retaliação equivalente. A partir de 8 de setembro, produtos americanos que somam aproximadamente US$ 27,6 bilhões estarão sujeitos a tarifas canadenses de 15%, 25% ou 50%, dependendo da mercadoria. Entre os setores atingidos estão aço, laticínios, eletrodomésticos, equipamentos agrícolas, papel e celulose e eletrônicos.

O cenário aumenta a incerteza para empresas que operam entre os dois países e pode pressionar custos de importação, cadeias de suprimentos e decisões logísticas. A tensão também ocorre em um momento delicado, às vésperas das discussões relacionadas à revisão do USMCA/CUSMA, acordo comercial que integra EUA, Canadá e México.

Apesar da escalada, os dois mercados permanecem profundamente integrados, mantendo aberta a possibilidade de retomada das negociações para evitar uma guerra comercial ainda mais ampla.

E o nosso Brasil?

O tarifaço entre Brasil e Estados Unidos continua, mas o clima agora é de negociação.

Parte dos produtos brasileiros enfrenta sobretaxas que podem chegar a 37,5%, enquanto vários itens ficaram de fora.

O Brasil e EUA retomaram o diálogo e terão uma nova reunião em 31 de agosto para tentar destravar a situação.

#CAOS

Porto de Durban enfrenta crise e atrasos podem chegar a 20 dias

O congestionamento no Porto de Durban, na África do Sul, continua se agravando, com atrasos médios de 10 dias e armadores alertando para esperas de até 20 dias. O Pier 2 opera com fortes restrições, enquanto mudanças operacionais, novos sistemas e o treinamento de equipes após a entrada da ICTSI contribuem para a baixa produtividade.

O acúmulo de cargas pode levar semanas para ser normalizado, mesmo sem aumento do volume. A situação é agravada pelo redirecionamento de navios pelo Cabo da Boa Esperança, após problemas no Mar Vermelho e Estreito de Ormuz.

#AQUITEMCORAGEM

Conaportos recomenda preferência no desembarque de fertilizantes nos portos públicos

A Conaportos aprovou uma resolução recomendando prioridade na atracação e no desembarque de fertilizantes importados nos portos públicos brasileiros. A medida busca garantir o abastecimento de insumos para a Safra 2026/2027, diante dos riscos provocados por crises geopolíticas e entraves na logística internacional.

A recomendação abrange principalmente fertilizantes nitrogenados, fosfatados e potássicos, além de outros nutrientes agrícolas. Os portos também deverão buscar maior agilidade nos procedimentos de desembarque, sem flexibilizar controles sanitários, fitossanitários, aduaneiros ou de qualidade.

A medida tem caráter emergencial, será acompanhada mensalmente pelo Ministério de Portos e Aeroportos e terá vigência inicial de seis meses, podendo ser prorrogada ou revista.

#MELHORIAS

Férias escolares na Europa vem chegando ao fim, mas valores de fretes devem se manter

Mesmo com as férias de verão chegando ao fim na Europa, os valores de fretes aéreos desta origem devem se manter para os próximos meses.

Um dos motivo é a Black Friday e feriados chinês que estão bem pertinho e já entram nesta novas janelas de embarques E influenciam em espaços nas aeronaves e nos valores, claro.

Além disso, há grande volume congestionamento hoje devido aos tufões que atingiram a China, portanto aconselhamos estarem bem sincronizados com seus prazos de recebimento e com nossa equipe para dar todo suporte a você nesse momento de caos logístico.

#PROGRESSO

Brasil e China discutem ampliação de voos diretos e cooperação na aviação

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, reuniu-se nesta terça-feira (25), em Pequim, com representantes da Administração da Aviação Civil da China (CAAC), autoridade responsável pela regulação da aviação civil no país.

Entre os temas discutidos estiveram a ampliação da frequência de voos diretos entre Brasil e China, a cooperação para formação de pilotos e tripulantes e o intercâmbio de tecnologias para o setor aéreo.

Atualmente, há quatro voos diretos por semana entre os dois países. Durante o encontro, o ministro propôs a realização de estudos para avaliar a possibilidade de ampliar essa frequência, como forma de aumentar as opções de conexão aérea entre os mercados brasileiro e chinês.

A formação de profissionais da aviação também esteve entre os temas da reunião. A China possui uma academia de aviação com mais de 500 aeronaves usadas para treinamento. A proposta discutida foi ampliar a cooperação entre os dois países nessa área, incluindo intercâmbio de conhecimentos e experiências para a formação de pilotos e tripulantes.

#RETOMADA

Aerolíneas Argentinas retoma voos diretos de Salta e Tucumán para Florianópolis

A Aerolíneas Argentinas planeja retomar os voos diretos para Florianópolis partindo de Salta e Tucumán durante a temporada de verão de 2027. As duas rotas terão quatro frequências semanais a partir de cada cidade do norte da Argentina entre janeiro e fevereiro.

A companhia estatal também programou voos diários para Florianópolis a partir de Córdoba e Rosário, mantendo as rotas sazonais que já estão consolidadas há vários anos no mercado do interior argentino. A partir de Buenos Aires, pelo Aeroparque Jorge Newbery, a oferta atual prevê 36 voos semanais para Florianópolis durante os dois primeiros meses de 2027.

Voos entre Salta e Florianópolis – Os voos entre Salta e Florianópolis serão realizados durante janeiro e fevereiro, a partir de 1º de janeiro, às segundas, terças, sextas e domingos. As partidas de Salta estão previstas para as 9h50, com chegada a Florianópolis às 12h30. No sentido inverso, os voos decolarão de Florianópolis às 18h10 e pousarão em Salta às 21h05. Em março, a frequência será reduzida para uma operação semanal, aos domingos.

Voos entre Tucumán e Florianópolis – A rota entre Tucumán e Florianópolis será operada às segundas, quintas, sextas e sábados. Os voos partirão de Tucumán às 16h45, com chegada a Florianópolis às 19h15. No trecho de volta, a decolagem da cidade catarinense está programada para as 10h35, com pouso em Tucumán às 13h30.

O primeiro voo está previsto para 1º de janeiro. A operação terá quatro frequências semanais durante janeiro e fevereiro e, posteriormente, será reduzida para um voo semanal aos sábados, até 27 de março.

#VEMQUETEM

Consolidadas Fast Shipping

Confira as nossas rotas consolidadas no aéreo:

🥨 Alemanha → Guarulhos
🗺️ Rota: FRA x LIS/MAD x GRU
📅 Frequência: Semanal
⏱️ Transit Time: 2/3 dias

🗽 EUA → Guarulhos
🗺️ Rota: MIA x MCO x GRU
📅 Frequência: Semanal
⏱️ Transit Time: 1/2 dias

🗽 China → Guarulhos
🗺️ Rota: PVG x DFW x JFK x GRU
📅 Frequência: Semanal
⏱️ Transit Time: 12/14 dias

🤌🏼 Itália → Guarulhos
🗺️ Rota: MXP x LIS x NBJ x GRU
📅 Frequência: Semanal
⏱️ Transit Time: 3/4 dias

Devido ao cenário atual de restrição de espaço no mercado aéreo, alguns embarques podem apresentar retenção em conexões e extensão no transit time previsto.

Todos os embarques permanecem sujeitos à disponibilidade de espaço das companhias aéreas no momento da confirmação.

#NOVIDADE

BYD prepara caminhão elétrico de 60 toneladas para o Brasil

A BYD prepara o lançamento de um cavalo mecânico elétrico de 60 toneladas de PBT no Brasil, com possível apresentação na Fenatran 2026, em novembro. O modelo marca a entrada da fabricante chinesa no segmento de caminhões pesados, que representa quase metade do mercado nacional.

Inicialmente, o veículo será direcionado principalmente para operações portuárias e rotas de curta distância, onde trajetos e pontos de recarga podem ser planejados. O caminhão utilizará a tecnologia de baterias Blade, de fosfato de ferro-lítio (LFP), buscando maior densidade energética, menor peso e recargas mais rápidas.

Os primeiros veículos serão importados, mas a BYD avalia ampliar gradualmente a nacionalização, incluindo baterias produzidas em Manaus. A estratégia pode facilitar o acesso a financiamentos como Finame e Fundo Clima. Uma eventual fábrica brasileira de caminhões dependerá da demanda e da escala alcançada no mercado.

Já conhece nosso escritório?

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Aqui, escutamos, entendemos e resolvemos juntos. Compartilhamos desafios, celebramos resultados e criamos espaço para o crescimento de cada um.

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